A COP 30 reuniu chefes de Estado, pesquisadores, cientistas e lideranças globais para decidir caminhos do planeta diante da crise climática, porém, muito além de um evento diplomático de líderes governamentais, trouxe ao diálogo representatividades culturais, multisetoriais, ativistas entre outros.
Evidenciou-se que, além dos compromissos, metas internacionais, definições de recursos, políticas públicas das nações para diminuição das emissões de carbono, energia limpa e governança global, suas implicações só ganham sentido quando conectadas ao que acontece nos territórios, há também a necessidade do engajamento local pelas relações sociais e preservação ambiental.
Assim, a COP 30 veio para avançar em macro decisões, mas, há muito tempo que ações locais devem ser implantadas no cotidiano das nossas cidades, dos nossos territórios. Aí somos chamados à reflexão: que tipo de futuro estamos plantando no cotidiano do trabalho, da cultura, do consumo, das relações comunitárias, das oportunidades coletivas, da preservação ambiental.
É exatamente aqui que a Economia Criativa e a Economia Solidária despontam como protagonistas silenciosas, porém essenciais, de uma agenda ambiental mais humana, mais justa e mais sustentável.
A Economia Criativa é uma aliada poderosa do meio ambiente.
Nos bairros, nos ateliês, nas feiras, nos espaços culturais pulsam em criatividade o Design circular, moda sustentável, arte com recicláveis, turismo cultural de base comunitária que respeita e protege a natureza, eventos culturais que promovem educação ambiental, ações significativas comprovam que é possível inovar sem destruir.
Criatividade é uma forma de resolver problemas com poucos recursos e muita inteligência, estratégia econômica e ambiental.
A Economia Solidária traz em sua essência uma lógica própria, baseada em valores que o mundo inteiro tenta resgatar: solidariedade, partilha, uso racional dos recursos e produção com sentido comunitário.
Agricultores familiares que preservam o solo; organização em cooperativas e associações que reduzem desperdícios ao comprar insumos coletivamente, compartilham ferramentas, espaços e saberes, já praticam a transição ecológica que o planeta tanto clama, costureiras que dividem máquinas e insumos; artesãos que reaproveitam materiais; feiras que aproximam produtor e consumidor, tudo isso reduz impacto ambiental e fortalece a economia local. São soluções eficientes e profundamente sustentáveis.
A COP 30 tratou dos desafios para o futuro do planeta, mas é nas cidades e no campo onde vivemos o cotidiano e temos a responsabilidade de fazermos a nossa parte.
Atibaia e as demais cidades da região, aliás, como todas as cidades do planeta, devem se planejar, unir todos os setores e, por competência de gestão, cuidar para as melhores condições de vida, por todos nós e, especialmente, pelas próximas gerações!
Até o próximo artigo. Abraço!

Bragatto é graduado em Gestão Estratégica Empresarial e possui ampla experiência no setor financeiro pelo Banco do Brasil. Como Gestor Público em São Carlos-SP, foi Secretário de Trabalho, Emprego e Renda, destacando-se no desenvolvimento da Economia Solidária e Criativa, além de sua participação no Fórum Social Mundial como membro do Fórum Paulista e da Rede Nacional de Gestores em Economia Solidária.
Ocupou a presidência da Progresso e Habitação de São Carlos S/A (PROHAB), implantou a Secretaria de Administração Regional e exerceu quatro mandatos como vereador. Atualmente, é Secretário Adjunto de Relações Legislativas e vice-presidente da UVESP.
Com forte atuação em temas como Valorização da Vida, Inteligência Emocional, Saúde Mental e Desenvolvimento Humano, é um palestrante requisitado por empresas, universidades e setores públicos. Para Bragatto, compartilhar gera evolução, e cuidar de pessoas promove desenvolvimento, melhores resultados e satisfação—todos por um mundo melhor.


Profissional exemplar dedicado e honesto.
Parabéns!!
A COP 30 infelizmente foi um fiasco.
Alemanha ,Japão, Reino Unido, Estados Unidos, China nao irão apoiar nem financiar projetos pra diminuir o aquecimento global Na cerdaddxazAmazoniacé só 1% e não garante estabilidade climática.
Que se faça primeiro a rede de esgoto no Pará são 70% da população isenta dessa rede.E que cesse o desmatamento e acabe con as ONGS que vêm pra extorquir Basta!
Excepcional participação no incremento do desenvolvimento humano no enfoque aoa desafios do futuro referentes à biodiversidade .
Que orgulho do meu amigo Bragatto!
Sempre trabalhando em busca da evolução humana, e compartilhando com a sociedade suas experiências de trabalho e de vida.
Parabéns amigo!👏🏻😊