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W. Bragatto

Bragatto é graduado em Gestão Estratégica Empresarial e possui ampla experiência no setor financeiro pelo Banco do Brasil. Como Gestor Público em São Carlos-SP, foi Secretário de Trabalho, Emprego e Renda, destacando-se no desenvolvimento da Economia Solidária e Criativa, além de sua participação no Fórum Social Mundial como membro do Fórum Paulista e da Rede Nacional de Gestores em Economia Solidária.

Ocupou a presidência da Progresso e Habitação de São Carlos S/A (PROHAB), implantou a Secretaria de Administração Regional e exerceu quatro mandatos como vereador. Atualmente, é Secretário Adjunto de Relações Legislativas e vice-presidente da UVESP.

Com forte atuação em temas como Valorização da Vida, Inteligência Emocional, Saúde Mental e Desenvolvimento Humano, é um palestrante requisitado por empresas, universidades e setores públicos. Para Bragatto, compartilhar gera evolução, e cuidar de pessoas promove desenvolvimento, melhores resultados e satisfação—todos por um mundo melhor.

Transformar potencial em resultados exige planejamento, integração e uma visão compartilhada de futuro, além de incentivar empreendedores, um passo adiante é organizar um ecossistema capaz de gerar desenvolvimento permanente. Um ecossistema regional não nasce por decreto. Ele é construído quando diferentes atores trabalham de forma coordenada, cada um contribuindo com<span …

Apesar dos avanços observados nos últimos anos, a economia criativa e a economia solidária ainda enfrentam obstáculos que precisam ser superados para que seu impacto seja ainda maior. Muitos empreendedores culturais trabalham sem acesso a linhas de crédito compatíveis com sua realidade, encontram dificuldades para formalização de atividades e carecem<span …

Em meio às montanhas da Serra da Mantiqueira, Atibaia vem mostrando que desenvolvimento não é só asfalto e concreto. É gente criando, cooperando e transformando cultura em renda. Duas economias têm papel decisivo nisso: a criativa e a solidária. Economia criativa: Atibaia no mapa do talentoAtibaia se consolidou como a<span …

Se no artigo anterior afirmamos que não há desenvolvimento sem formação, é preciso agora encarar uma pergunta ainda mais decisiva e, muitas vezes, evitada: como se dará a continuidade da Economia Criativa e Solidária? A Economia Criativa e Solidária tem avançado na organização, na estruturação e na qualificação de seus<span …

Nos artigos anteriores, afirmamos que a Economia Criativa e Solidária precisa de governança, políticas públicas integradas e infraestrutura adequada para se tornar permanência. Agora é hora de avançar um passo além: transformar estrutura em execução. Além de organizar conselhos, criar editais e estruturar redes, é necessário estabelecer metas, indicadores e<span …

Nesse espaço significativo e plural que o JVN nos proporciona com temas tão relevantes, entre diversas abordagens, posicionamos o cooperativismo como base estruturante da Economia Criativa e Solidária, a cultura como força motriz do desenvolvimento sustentável e, mais recentemente, a necessidade de modernizar os meios de comercialização sem romper com<span …

Ao longo dos artigos anteriores, refletimos sobre o cooperativismo como pilar da Economia Criativa e Solidária, sobre a cultura como semente do desenvolvimento sustentável e sobre a conexão entre meio ambiente, território e práticas econômicas cotidianas. Essa trajetória nos conduz, de forma natural, a um novo desafio: como avançar em<span …

A COP 30 reuniu chefes de Estado, pesquisadores, cientistas e lideranças globais para decidir caminhos do planeta diante da crise climática, porém, muito além de um evento diplomático de líderes governamentais, trouxe ao diálogo representatividades culturais, multisetoriais, ativistas entre outros. Evidenciou-se que, além dos compromissos, metas internacionais, definições de recursos,<span …

Transformar a cultura em motor de desenvolvimento sustentável é compreender que o futuro mais promissor se faz com identidade, pertencimento e cooperação. A cultura é o solo fértil onde nascem as ideias, as expressões e as relações humanas que alimentam tanto a Economia Criativa quanto a Economia Solidária. Se o<span …

Transformar as dificuldades individuais em soluções coletivas é um avanço para o empreendedorismo moderno, especialmente para as economias criativa e solidária que podem se organizar com sucesso através do cooperativismo. A força da Economia Criativa e Solidária não nasce apenas do talento individual, mas da capacidade de unir esforços em<span …

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