Atibaia recebe nova edição do Empretec em agosto para fortalecer gestão de empresas locais
Seminário intensivo do Sebrae-SP ocorre em agosto na sede da ACIA; inscrições gratuitas estão abertas e podem ser realizadas até.Continue lendo
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Com mais de 470 mil benefícios concedidos por incapacidade mental, organizações são obrigadas a mapear e documentar riscos psicossociais para evitar autuações e passivos jurídicosContinue lendo
A corrida das big techs pela próxima geração de dispositivos com inteligência artificial ganhou força nos últimos dias com o avanço de óculos inteligentes que funcionam como extensão do computador. A Meta ampliou sua aposta na categoria, enquanto Google e Apple disputam o desenvolvimento de soluções que levam a IA para fora das telas e aproximam a tecnologia do campo de visão do usuário.
A movimentação sinaliza uma nova etapa da transformação digital. Se nos últimos anos a inteligência artificial generativa passou a automatizar tarefas e acelerar a produção de conteúdo, a tendência agora é que a tecnologia esteja cada vez mais integrada à rotina operacional de profissionais em áreas como vendas, atendimento, logística, varejo e indústria.
Para Dema Oliveira, CEO e fundador da Goshen Land, a adoção dessas ferramentas exige uma preparação que vai além da tecnologia. Segundo ele, muitas pequenas e médias empresas ainda enfrentam dificuldades básicas de organização, o que limita o potencial de qualquer inovação.
“O erro mais comum é acreditar que tecnologia resolve problemas de estrutura. Na prática, ela só acelera aquilo que a empresa já faz. Se os processos são confusos, os dados estão dispersos e as decisões dependem exclusivamente do dono, a inovação só torna essas fragilidades mais evidentes.”
Segundo o especialista, antes de investir em novas soluções baseadas em inteligência artificial, as PMEs deveriam revisar cinco aspectos fundamentais da gestão.
1. Mapear o tempo da operação por 15 dias
Durante duas semanas, cada colaborador deve registrar sua rotina em uma planilha simples, dividida por blocos de atividade (ex: atendimento, vendas, reuniões, tarefas operacionais, retrabalho e aprovações). O ideal é anotar ao longo do dia, não no fim dele, para evitar distorções.
Ao final do período, a gestão deve consolidar os dados e somar o tempo gasto em cada categoria. O objetivo é identificar atividades que consomem muitas horas, mas não geram receita ou impacto direto no cliente.
2. Documentar três processos centrais do negócio
A empresa deve escolher três fluxos críticos, normalmente vendas, atendimento e entrega e descrevê-los do início ao fim. Para cada etapa, é preciso definir: quem executa, qual é a ação realizada, qual ferramenta é usada e qual informação precisa ser registrada.
Na prática, isso significa transformar atividades informais em um passo a passo replicável, que possa ser seguido por qualquer novo colaborador sem depender de orientação direta do gestor.
3. Centralizar os dados da operação
O próximo passo é reunir todas as informações comerciais, financeiras e operacionais em um único ambiente de controle. Isso pode ocorrer por meio de um sistema único ou uma estrutura organizada de planilhas integradas, desde que haja uma fonte principal de informação.
Hoje, muitas empresas operam com dados espalhados entre WhatsApp, e-mails e arquivos isolados. O resultado é que gestores gastam tempo procurando informações em vez de utilizá-las para tomar decisões.
4. Mapear decisões concentradas no dono
Durante uma semana, o empresário deve registrar todas as situações em que a equipe precisou de sua aprovação para avançar em qualquer processo. Depois disso, essas decisões devem ser classificadas entre estratégicas, financeiras e operacionais.
As decisões operacionais recorrentes devem virar regra formal da empresa (como critérios de aprovação, limites de desconto ou fluxos de atendimento), reduzindo a necessidade de intervenção constante da liderança.
5. Definir indicadores semanais da operação
Além de faturamento e lucro, a empresa deve acompanhar semanalmente indicadores como tempo médio de resposta ao cliente, taxa de conversão, retrabalho, atrasos em entregas e produtividade por etapa do processo.
Esses indicadores devem ser analisados em reuniões curtas e objetivas, com foco em decisões práticas e ajustes necessários para melhorar os resultados da operação.
“A próxima geração de dispositivos com inteligência artificial tende a transformar a forma como profissionais acessam informações e tomam decisões no dia a dia. Um vendedor poderá consultar o histórico de clientes em tempo real, um técnico poderá receber orientações durante uma manutenção e gestores terão indicadores disponíveis instantaneamente. Mas nada disso gera valor se os processos não estiverem organizados e os dados não forem confiáveis”, afirma Oliveira.
Para o especialista, empresas que estruturarem sua operação agora estarão mais preparadas para aproveitar os ganhos da próxima onda tecnológica, seja por meio de softwares, automações ou dispositivos inteligentes integrados ao trabalho cotidiano.Continue lendo
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O ex-jogador e presidente da Expert Consultoria em RH se dedica muito à empresa que fundou, mas não deixou de lado a paixão pelo futebolContinue lendo
Fisco digital: Receita Federal regulamenta uso de inteligência artificial para cruzamento de dados em tempo real
Normativa de 2026 automatiza a identificação de fraudes e incompatibilidades patrimoniais através do monitoramento integrado de Pix, cartórios e movimentações bancárias.
A fiscalização tributária no Brasil ingressou em um novo patamar de automação e vigilância digital. Com a recente regulamentação do uso de inteligência artificial (IA) por meio da Portaria RFB Nº 647/2026, a Receita Federal converteu o antigo modelo de auditorias manuais e amostrais em um ecossistema de varredura automatizada. Agora, as ferramentas do órgão realizam o cruzamento simultâneo de milhões de dados em segundos, conectando instantaneamente as declarações dos contribuintes às bases de informações de bancos, cartórios, emissores de notas fiscais e administradoras de benefícios.
A introdução dos algoritmos preditivos altera a dinâmica de conformidade fiscal tanto para pessoas físicas quanto jurídicas. Em vez de criar novos tributos ou obrigações acessórias, o impacto imediato da medida reside na velocidade de detecção de fraudes. Para o advogado tributarista Daniel Guimarães, a invisibilidade de movimentações financeiras incompatíveis deixou de existir. “Muitas informações que antes poderiam permanecer anos sem serem analisadas passam a ser cruzadas quase em tempo real, reduzindo o espaço para erros, omissões ou declarações incompatíveis com a realidade financeira. Isso significa que toda movimentação econômica passa a ser observada de maneira integrada”, aponta o especialista.
Monitoramento patrimonial e o cerco ao Pix
O sistema de inteligência artificial foi desenhado para identificar padrões que fujam à normalidade do perfil socioeconômico do contribuinte. O algoritmo rastreia anomalias combinando dados de rendimentos declarados com a aquisição de bens móveis e imóveis de alto valor, evolução patrimonial acelerada e despesas de consumo incompatíveis com o faturamento oficial. A meta do Fisco é isolar indícios estruturais de sonegação fiscal e ocultação de patrimônio, acionando alertas automáticos de desconformidade.
A tecnologia também equacionou uma das maiores preocupações do mercado: o rastreio das transações via Pix. Guimarães esclarece que o foco do algoritmo não está na fiscalização de operações cotidianas ou de varejo de menor valor, mas sim no volume financeiro global trafegado pelas contas de depósitos. O software avalia se o montante consolidado das transferências instantâneas ao longo do ano fiscal guarda simetria com a receita informada, submetendo os perfis divergentes a auditorias detalhadas.
O fator humano na validação das autuações
Apesar do nível de capilaridade e autonomia da nova malha fina digital, a aplicação de sanções administrativas permanece vinculada a um filtro de governança humana. Os relatórios gerados pela IA servem como guias de priorização, apontando quais perfis de risco devem ser interceptados em caráter de urgência.
“Os sistemas são utilizados para organizar informações, apontar inconsistências e estabelecer prioridades de fiscalização. A decisão sobre eventual autuação, aplicação de multas ou abertura de procedimentos continua sendo responsabilidade de auditores fiscais, que analisam cada situação individualmente antes de qualquer medida administrativa”, enfatiza Guimarães. A transição para um modelo de auditoria de dados ininterrupta exige que empresas e cidadãos profissionalizem seu planejamento contábil, uma vez que a precisão tecnológica reduziu drasticamente o tempo de resposta do Fisco diante de qualquer assimetria financeira.Continue lendo
Setor é formado atualmente por 689 cooperativas singulares e tem ampliado sua presença em todas as regiões do país As cooperativas de crédito alcançaram um novo patamar no sistema financeiro brasileiro. De acordo com dados divulgados nesta última semana pelo Banco Central, o segmento ultrapassou a marca de R$ 1Continue lendo
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