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Akemi Shida é psicóloga do trabalho, especialista em Desenvolvimento Humano e Organizacional e saúde mental corporativa, sendo também cofundadora do Projeto Mulher Pro. Possui sólida trajetória em Recursos Humanos, com atuação em grandes organizações como Rede Globo, Itaú Unibanco, Grupo Pão de Açúcar e FTD Educação, onde desenvolveu pessoas, líderes e carreiras de sucesso por meio de projetos de treinamento e desenvolvimento, liderança, clima organizacional e desempenho.
Construiu parte de sua carreira em Angola, atuando em projetos de desenvolvimento organizacional e formação de lideranças em contextos multiculturais. É fundadora da AS Consultoria em Saúde Mental Corporativa, onde apoia empresas na implementação das diretrizes da NR-01, no diagnóstico de riscos psicossociais e na construção de ambientes de trabalho saudáveis, produtivos e sustentáveis. Possui 5 livros publicados, acredita que desenvolver pessoas é a base para resultados consistentes e negócios perenes.
Tenho conversado com empresários e profissionais de diferentes setores e uma percepção aparece com frequência: parece que a economia está parada. Decisões são adiadas, investimentos são analisados com mais cautela e existe aquela sensação de que todo mundo está esperando alguma coisa acontecer para, então, se movimentar. Mas será que<span …
Quando acompanho notícias sobre conflitos internacionais, como a atual escalada de tensão entre Estados Unidos e Irã, eu sempre faço uma conexão imediata com o mundo dos negócios: nenhuma empresa está tão distante de uma crise quanto imagina. A guerra pode acontecer do outro lado do mundo, mas seus efeitos<span …
Quando falamos sobre os desafios das empresas para os próximos anos, quase todas as discussões apontam para os mesmos temas: Inteligência Artificial, automação, transformação digital, escassez de mão de obra qualificada e produtividade. Mas existe um risco crescendo silenciosamente dentro das organizações e que poucos líderes estão enxergando. A solidão<span …
Durante muito tempo, saúde emocional no trabalho foi tratada como um tema secundário dentro das empresas. Algo importante “em teoria”, mas raramente incorporado de forma estratégica na gestão. Enquanto isso, muitas organizações continuaram operando sob culturas silenciosamente adoecedoras: O problema é que agora isso deixou de ser apenas uma questão<span …
Ao longo da minha trajetória atuando com desenvolvimento humano e estratégia em recursos humanos, eu passei a observar um padrão muito claro, independentemente do porte ou segmento da empresa: quando o crescimento não acontece, o problema raramente está no mercado. Ele está, quase sempre, dentro da própria organização. É comum<span …
Faltam poucas semanas para 26 de maio.E eu ainda vejo muitos empresários tratando a atualização da NR-01 como mais uma exigência burocrática que pode ser resolvida “quando der tempo”.Não é mais esse o cenário.A inclusão formal dos riscos psicossociais no gerenciamento de riscos muda, na prática, o papel da liderança<span …
Janeiro costuma ser vendido como o mês do recomeço. Agenda nova, metas revisadas, discursos otimistas e a promessa de que “agora vai”. Mas, na prática, o que tenho observado nas empresas é algo bem diferente: muitos líderes começam o ano já cansados. E não é um cansaço físico apenas —<span …
Durante muitos anos, o desengajamento foi tratado como um problema subjetivo. Algo atribuído à falta de motivação individual, ao perfil do colaborador ou às mudanças geracionais. Em 2025, essa leitura começou a perder força. E, a partir de 26 de maio de 2026, ela se torna definitivamente insuficiente. O motivo<span …
Todos os anos, novembro e dezembro trazem o mesmo paradoxo: enquanto o consumo dispara, a energia emocional das equipes despenca. A liberação do FGTS, a primeira parcela do 13º salário e a intensidade da Black Friday movimentam o comércio como nenhum outro período do ano. Mas, ao mesmo tempo, vejo<span …
Sou psicóloga e especialista em desenvolvimento humano há mais de vinte anos, e nesta semana uma notícia sobre o reality show Celebrity Traitors me fez refletir sobre algo que vai muito além do entretenimento: a urgência do cuidado emocional estruturado, inclusive nas empresas. O programa, conhecido por exigir dos participantes<span …