Durante muito tempo, saúde emocional no trabalho foi tratada como um tema secundário dentro das empresas. Algo importante “em teoria”, mas raramente incorporado de forma estratégica na gestão. Enquanto isso, muitas organizações continuaram operando sob culturas silenciosamente adoecedoras: O problema é que agora isso deixou de ser apenas uma questão<span …
Akemi Shida
Akemi Shida é psicóloga do trabalho, especialista em Desenvolvimento Humano e Organizacional e saúde mental corporativa, sendo também cofundadora do Projeto Mulher Pro. Possui sólida trajetória em Recursos Humanos, com atuação em grandes organizações como Rede Globo, Itaú Unibanco, Grupo Pão de Açúcar e FTD Educação, onde desenvolveu pessoas, líderes e carreiras de sucesso por meio de projetos de treinamento e desenvolvimento, liderança, clima organizacional e desempenho.
Construiu parte de sua carreira em Angola, atuando em projetos de desenvolvimento organizacional e formação de lideranças em contextos multiculturais. É fundadora da AS Consultoria em Saúde Mental Corporativa, onde apoia empresas na implementação das diretrizes da NR-01, no diagnóstico de riscos psicossociais e na construção de ambientes de trabalho saudáveis, produtivos e sustentáveis. Possui 5 livros publicados, acredita que desenvolver pessoas é a base para resultados consistentes e negócios perenes.
Ao longo da minha trajetória atuando com desenvolvimento humano e estratégia em recursos humanos, eu passei a observar um padrão muito claro, independentemente do porte ou segmento da empresa: quando o crescimento não acontece, o problema raramente está no mercado. Ele está, quase sempre, dentro da própria organização. É comum<span …
Faltam poucas semanas para 26 de maio.E eu ainda vejo muitos empresários tratando a atualização da NR-01 como mais uma exigência burocrática que pode ser resolvida “quando der tempo”.Não é mais esse o cenário.A inclusão formal dos riscos psicossociais no gerenciamento de riscos muda, na prática, o papel da liderança<span …
Janeiro costuma ser vendido como o mês do recomeço. Agenda nova, metas revisadas, discursos otimistas e a promessa de que “agora vai”. Mas, na prática, o que tenho observado nas empresas é algo bem diferente: muitos líderes começam o ano já cansados. E não é um cansaço físico apenas —<span …
Durante muitos anos, o desengajamento foi tratado como um problema subjetivo. Algo atribuído à falta de motivação individual, ao perfil do colaborador ou às mudanças geracionais. Em 2025, essa leitura começou a perder força. E, a partir de 26 de maio de 2026, ela se torna definitivamente insuficiente. O motivo<span …
Todos os anos, novembro e dezembro trazem o mesmo paradoxo: enquanto o consumo dispara, a energia emocional das equipes despenca. A liberação do FGTS, a primeira parcela do 13º salário e a intensidade da Black Friday movimentam o comércio como nenhum outro período do ano. Mas, ao mesmo tempo, vejo<span …
Sou psicóloga e especialista em desenvolvimento humano há mais de vinte anos, e nesta semana uma notícia sobre o reality show Celebrity Traitors me fez refletir sobre algo que vai muito além do entretenimento: a urgência do cuidado emocional estruturado, inclusive nas empresas. O programa, conhecido por exigir dos participantes<span …
Setembro Amarelo sempre me traz uma reflexão: se saúde mental é um tema tão urgente na sociedade, por que ainda é tratada como periférica dentro de tantas empresas? Não falo apenas de discursos bonitos, campanhas internas ou palestras de uma hora. Falo de estratégia de negócio. Dados do INSS mostram<span …
Nos últimos dias, um assunto tomou conta das redes sociais e da mídia brasileira: a polêmica da adultização de crianças, escancarada com o vídeo “Adultização”, do influenciador Felca, que ultrapassou 45 milhões de visualizações em poucos dias. O impacto foi tão grande que desencadeou investigações contra influenciadores, posicionamentos de órgãos<span …
Nos últimos anos, ouvimos falar de burnout, exaustão emocional, falta de engajamento e da famosa “crise de saúde mental” nas empresas. Mas existe um grupo que, silenciosamente, está vivendo uma sobrecarga ainda mais perigosa — o das lideranças. Não é raro encontrar líderes competentes, bem-intencionados e experientes que se sentem<span …
