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Com 24% da frota brasileira, o estado concentra 240.981 embarcações registradas; 29ª edição do São Paulo Boat Show acontece de 24 a 29 de setembro no São Paulo Expo, após recorde de mais de 750 barcos negociados em 2025Continue lendo

Evento gratuito acontece no Parque Edmundo Zanoni em oito datas ao longo de agosto, das 11h às 22h, com gastronomia, produtos locais e atrações para toda a famíliaContinue lendo

Unidade em São Paulo estreia formato com categorias inéditas, atendimento consultivo e integração com o ambiente digital; modelo será replicado na Drogasil Conceito e levado a outras cidades do país.Continue lendo

Informar e garantir compreensão são coisas diferentes, e a maioria das lideranças ainda não percebeu isso.Continue lendo

Formações online somam 28 horas e cobrem gestão de pessoas, projetos e metodologias ágeis; inscrições estão abertas a qualquer pessoa interessada.Continue lendo

Global Payments Report 2026 mostra que o brasileiro escolhe primeiro como pagar e depois o presente; parcelamento, conveniência e experiência pesam tanto quanto o preço na decisão de compra.Continue lendo

Evento que acontece nos dias 3 e 4 de setembro reúne experiências pedagógicas em três categorias; vencedores serão escolhidos por banca técnica da Diretoria Regional de Ensino.Continue lendo

Iniciativa da SEDPcD incentiva a produção de peças de vestuário adaptadas que fortalecem a autonomia de pessoas com deficiência.Continue lendo

Evento que acontece neste sábado (01/08) na Athrio Cervejaria reúne jam de gaitistas, apresentação da Colt Blues e o lançamento do álbum "Life in Six Strings", do guitarrista Yuri Apsy.Continue lendo

Segundo Darwin Grein, CEO da Juntxs e especialista em desenvolvimento humano e organizacional há mais de 15 anos, programas de diversidade diminuíram, áreas de DEI foram desmontadas e processos seletivos deixaram de buscar por talentos diversos. Como consequência, muitas lideranças passaram a tratar o tema como acessórioContinue lendo

DESTAQUES

Vender mais não garante lucro: falhas invisíveis na operação travam o crescimento no food service A falta de método em compras, precificação e tecnologia compromete a rentabilidade de bares e restaurantes, mesmo com salão e delivery cheios. O crescimento de um restaurante nem sempre é interrompido pela falta de clientes. Em muitos casos, o negócio perde fôlego quando a operação expande sem ganhar método: o salão vende mais, o delivery recebe novos pedidos e a cozinha aumenta o volume de produção, mas compras, estoque, precificação, escalas de equipe e controles financeiros continuam funcionando de forma amadora. Uma análise desenvolvida pela Saipos aponta algumas das principais decisões operacionais que prejudicam o crescimento e a rentabilidade do setor de alimentação: Centralização de decisões na figura do dono A concentração de tarefas no empresário costuma reunir os principais gargalos da operação. Em muitos estabelecimentos, a mesma pessoa decide compras, aprova cardápio, resolve escala, acompanha conflitos, atende fornecedores, analisa o financeiro e ainda precisa focar no crescimento do negócio. Essa dependência transforma o proprietário no ponto de travamento da empresa. Segundo a Abrasel, esse é um dos erros de gestão mais frequentes capazes de derrubar bares e restaurantes, demonstrando que escalar a operação exige criar processos, delegar responsabilidades e acompanhar métricas de forma descentralizada. Compras de insumos sem análise de histórico Adquirir produtos com base na percepção semanal do proprietário ou no movimento dos últimos dias, sem cruzar histórico de vendas, sazonalidade e giro de produtos, faz com que o estoque consuma a margem da empresa. As perdas ocorrem por alimentos vencidos, insumos parados e produção acima da demanda. Dados da ONU Brasil apontam que os serviços de alimentação respondem por 28% do desperdício global de alimentos. Para contornar o problema, a implementação de fichas técnicas detalhadas — registrando a quantidade exata de ingredientes, rendimento das preparações e custo por porção — permite alinhar o estoque à demanda real e evitar custos imprevistos. Cardápios excessivamente amplos Menus extensos aumentam a complexidade operacional sem necessariamente gerar vantagem competitiva. Cada item adicionado exige novos insumos, controle de validade, treinamento e tempo de produção, elevando o risco de desperdício e atrasos na cozinha. A simplificação do cardápio já é adotada como estratégia de escala: uma pesquisa da ABF em parceria com a Galunion revelou que 52% das marcas de franchising planejam expandir com formatos de menu reduzido. Redes como a Meatz Burger N’ Beer adotam essa lógica como modelo de negócios, operando com apenas três opções de hambúrgueres para padronizar o preparo e manter a qualidade sem elevar custos. Precificação baseada na concorrência Calcular preços espelhando a concorrência sem conhecer a margem de contribuição individual gera uma distorção silenciosa. O restaurante pode manter um volume alto de vendas e, ainda assim, não alcançar o montante necessário para cobrir folha de pagamento, insumos, aluguel, impostos e taxas dos aplicativos. Levantamento da Abrasel referente aos 12 meses encerrados em maio de 2025 indicou que 35% dos empreendedores não conseguiram reajustar seus cardápios e 25% o fizeram abaixo da inflação. Quando a precificação está incorreta, a falha não aparece no caixa imediato, mas na incapacidade de converter faturamento em lucro real ao final do mês. Tratamento do delivery como extensão do salão O canal de vendas digitais exige uma lógica própria de embalagem, precificação, tempo de preparo e logística. Dados da Fipe estimaram que o iFood movimentou R$ 140 bilhões na economia brasileira em 2024, evidenciando o peso do setor. No entanto, pesquisas do Instituto Locomotiva mostram que 68% dos consumidores já deixaram de comprar em aplicativos devido a preços altos. Administrar múltiplos canais (como iFood, WhatsApp, balcão e salão) de forma isolada resulta em erros de lançamento, atrasos na cozinha e divergências de estoque. Para garantir rentabilidade, a operação precisa integrar esses fluxos em um único sistema de gestão. Escalas e treinamentos sem padronização A falta de processos documentados fragiliza o atendimento e a produção em um setor com alta rotatividade. Dados da Abrasel indicam que a taxa de turnover no segmento atingiu 73,5% entre dezembro de 2024 e novembro de 2025 — o equivalente a renovar toda a equipe em cerca de 16 meses —, enquanto 90% dos empresários relatam dificuldade para contratar. Sem um treinamento estruturado e padronizado, cada desligamento leva embora a rotina da casa, fazendo com que os novos colaboradores aprendam no improviso, o que afeta o tempo de espera do cliente e a qualidade do prato. Uso da tecnologia restrito à frente de caixa A utilização de softwares puramente para o registro de vendas limita o potencial de gestão. Sistemas que não se conectam a estoque, ficha técnica, financeiro e delivery impedem a identificação de perdas invisíveis na operação. O avanço da Inteligência Artificial — já adotada por 28% dos bares e restaurantes segundo a Abrasel — ganha efetividade quando integrada a todas as etapas da rotina, auxiliando o gestor a tomar decisões estratégicas com base em dados consolidados em tempo real.Continue lendo

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