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Levantamento revela mais de 11 milhões de candidaturas em apenas seis meses; flexibilidade e qualidade de vida consolidam-se como prioridades na busca por empregoContinue lendo

Programa ALI oferece seis meses de acompanhamento para micro e pequenas empresas de comércio, serviço e indústria; inscrições terminam em 31 de julhoContinue lendo

Monitoramento de entidades revela que ausência de DPO ainda é principal falha; transição para status de Agência deve elevar cálculo de risco das empresas.Continue lendo

Justiça Federal reconhece CBIO como ativo financeiro e derruba tese da União; decisão obtida pelo escritório VLF Advogados alivia carga tributária do setor e autoriza compensação retroativa de cinco anosContinue lendo

Seminário intensivo do Sebrae-SP ocorre em agosto na sede da ACIA; inscrições gratuitas estão abertas e podem ser realizadas até.Continue lendo

Com mais de 470 mil benefícios concedidos por incapacidade mental, organizações são obrigadas a mapear e documentar riscos psicossociais para evitar autuações e passivos jurídicosContinue lendo

A corrida das big techs pela próxima geração de dispositivos com inteligência artificial ganhou força nos últimos dias com o avanço de óculos inteligentes que funcionam como extensão do computador. A Meta ampliou sua aposta na categoria, enquanto Google e Apple disputam o desenvolvimento de soluções que levam a IA para fora das telas e aproximam a tecnologia do campo de visão do usuário. A movimentação sinaliza uma nova etapa da transformação digital. Se nos últimos anos a inteligência artificial generativa passou a automatizar tarefas e acelerar a produção de conteúdo, a tendência agora é que a tecnologia esteja cada vez mais integrada à rotina operacional de profissionais em áreas como vendas, atendimento, logística, varejo e indústria. Para Dema Oliveira, CEO e fundador da Goshen Land, a adoção dessas ferramentas exige uma preparação que vai além da tecnologia. Segundo ele, muitas pequenas e médias empresas ainda enfrentam dificuldades básicas de organização, o que limita o potencial de qualquer inovação. "O erro mais comum é acreditar que tecnologia resolve problemas de estrutura. Na prática, ela só acelera aquilo que a empresa já faz. Se os processos são confusos, os dados estão dispersos e as decisões dependem exclusivamente do dono, a inovação só torna essas fragilidades mais evidentes." Segundo o especialista, antes de investir em novas soluções baseadas em inteligência artificial, as PMEs deveriam revisar cinco aspectos fundamentais da gestão. 1. Mapear o tempo da operação por 15 dias Durante duas semanas, cada colaborador deve registrar sua rotina em uma planilha simples, dividida por blocos de atividade (ex: atendimento, vendas, reuniões, tarefas operacionais, retrabalho e aprovações). O ideal é anotar ao longo do dia, não no fim dele, para evitar distorções. Ao final do período, a gestão deve consolidar os dados e somar o tempo gasto em cada categoria. O objetivo é identificar atividades que consomem muitas horas, mas não geram receita ou impacto direto no cliente. 2. Documentar três processos centrais do negócio A empresa deve escolher três fluxos críticos, normalmente vendas, atendimento e entrega e descrevê-los do início ao fim. Para cada etapa, é preciso definir: quem executa, qual é a ação realizada, qual ferramenta é usada e qual informação precisa ser registrada. Na prática, isso significa transformar atividades informais em um passo a passo replicável, que possa ser seguido por qualquer novo colaborador sem depender de orientação direta do gestor. 3. Centralizar os dados da operação O próximo passo é reunir todas as informações comerciais, financeiras e operacionais em um único ambiente de controle. Isso pode ocorrer por meio de um sistema único ou uma estrutura organizada de planilhas integradas, desde que haja uma fonte principal de informação. Hoje, muitas empresas operam com dados espalhados entre WhatsApp, e-mails e arquivos isolados. O resultado é que gestores gastam tempo procurando informações em vez de utilizá-las para tomar decisões. 4. Mapear decisões concentradas no dono Durante uma semana, o empresário deve registrar todas as situações em que a equipe precisou de sua aprovação para avançar em qualquer processo. Depois disso, essas decisões devem ser classificadas entre estratégicas, financeiras e operacionais. As decisões operacionais recorrentes devem virar regra formal da empresa (como critérios de aprovação, limites de desconto ou fluxos de atendimento), reduzindo a necessidade de intervenção constante da liderança. 5. Definir indicadores semanais da operação Além de faturamento e lucro, a empresa deve acompanhar semanalmente indicadores como tempo médio de resposta ao cliente, taxa de conversão, retrabalho, atrasos em entregas e produtividade por etapa do processo. Esses indicadores devem ser analisados em reuniões curtas e objetivas, com foco em decisões práticas e ajustes necessários para melhorar os resultados da operação. "A próxima geração de dispositivos com inteligência artificial tende a transformar a forma como profissionais acessam informações e tomam decisões no dia a dia. Um vendedor poderá consultar o histórico de clientes em tempo real, um técnico poderá receber orientações durante uma manutenção e gestores terão indicadores disponíveis instantaneamente. Mas nada disso gera valor se os processos não estiverem organizados e os dados não forem confiáveis", afirma Oliveira. Para o especialista, empresas que estruturarem sua operação agora estarão mais preparadas para aproveitar os ganhos da próxima onda tecnológica, seja por meio de softwares, automações ou dispositivos inteligentes integrados ao trabalho cotidiano.Continue lendo

Diagnóstico da Miraê Consultoria aponda que falhas em governança, sucessão e cultura organizacional ameaçam a longevidade dos negócios; estatísticas revelam que 70% das transformações corporativas falhamContinue lendo

Especialista em Direito do Consumidor alerta que cláusulas contratuais não podem impor desvantagem excessiva; retenção integral de valores é considerada abusiva pelo CDCContinue lendo

Especialistas do Sebrae-SP e da Bizerba apresentam, entre 21 e 23 de julho, estratégias para redução de desperdício e otimização de gestão financeira no setor de alimentaçãoContinue lendo

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Mesmo com a revogação do imposto de importação de 20%, 87% dos brasileiros pretendem manter ou aumentar suas compras no comércio local; Congresso tem até setembro para decidir o futuro da medidaContinue lendo

Já pensou em trocar o barulho da cidade por uma manhã de café fresquinho na varanda de uma fazenda, ouvindo galo cantar e sentindo aquele cheirinho de terra molhada? Pois é exatamente essa a magia do Turismo Rural. A natureza tem um jeito único de nos encantar, e o Turismo<span …

Desde o seu lançamento, o Pix revolucionou a forma como lidamos com o dinheiro. Rápido, gratuito e disponível a qualquer hora, não demorou para que ele se tornasse a marca mais confiável do sistema financeiro brasileiro. Mas, como no mercado a inovação nunca dorme (especialmente quando há dinheiro a ser<span …

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